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domingo, 18 de agosto de 2013

Solstício de inverno

O fenômeno astronômico marca o início do inverno por volta de 21 de junho no hemisfério sul e 22 de dezembro no hemisfério norte. A palavra de vem do Latim e significa "sol que não se move". Uma "googlezada" sobre o assunte e: é o momento em que o Sol, durante seu movimento aparente na esfera celeste, atinge a maior declinação em latitude, medida a partir da linha do equador. Os solstícios ocorrem duas vezes por ano: em dezembro e em junho. O dia e hora exatos variam de um ano para outro. Quando ocorre no verão significa que a duração do dia é a mais longa do ano. Analogamente, quando ocorre no inverno, significa que a duração da noite é a mais longa do ano.

Aqui em casa, o fenômeno tem outro nome: sustinho de inverno e pode ser observado em todas as estações do ano, mas no inverno, certamente, ele é mais corriqueiro e duradouro.


Esse ano, mais uma vez, Bebel aniversariou dodói. Na madrugada de seu aniversário teve um pico de 40º de febre. No dia seguinte, quando a Voléria e a Fabi levaram-na ao hospital para mim (pois eu estava no trabalho) o diagnóstico era um: a maldita pneumonia! 


Beleza, já tiramos de letra o assunto. Antibiótico, repouso e nebulizações. Só que isso era uma segunda-feira e a festinha da pequena estava marcada para o próximo sábado. Ela deu uma melhorada durante a semana, mas nada muito significante. No dia da festa, Bel aproveitou com os amigos, mas estava um tanto cabisbaixa. Coisas da vida...


Na semana seguinte, um dia após o término do antibiótico, novo pico de febre. Desta vez foi até os 38,5º apenas. Retornamos na emergência e o diagnóstico era outro: otite! Logo, outro antibiótico entrou para ser administrado. Do Clavulin BD passamos para o Zynnat sem intervalo. Seguimos o tratamento e, novamente, no último dia do remédio mais um pico de febre. Desta vez 39º, corri para o Coa D´or e pedi um check up completo. Saímos de lá às 1am e eu me sentindo a pior mãe do mundo. Diagnóstico: pneumonia, otite e sinusite. Hemograma péssimo. E novo antibiótico entraria com medicamentos coadjuvantes. Durante a semana corri para marcar consulta com a pneumologista da Bel e o diagnóstico era um pouco diferente. Analisando os mesmos exames que o plantonista viu, a Dra Tânia Wrobel descartou a pneumonia e a otite, o que me deixou mais aliviada e confiante no meu posto de mãe e ficou apenas com a sinusite. Esta estava bem "carregada". Além do antibiótico iniciado no dia que fomos na emergência, a Dra passou dois sprays para o nariz e a pequena parece está melhorando. 


Nisso já se vão mais de 20 dias, dos quais quase todos a Bel não foi à aula e nem à fisioterapia. Apenas os tratamentos domiciliares continuaram e ainda com esse frio todo... Acho que ela vai ficar de molho mais uma semana pelo menos. 


Inverno aqui em casa é sempre assim. Gripe, virose, antibióticos, febrões, isolamento... Não dá pra fugir, essa é a nossa realidade. E o grude com a mamãe só aumenta assim!


Na certeza de dias melhores, pode ter fé, eles sempre vem!, vamos seguindo...



Nossa mais recente ida ao "Copa", segunda passada.

Bel pela lente do skype do Vô João.

Com a Best, Yumi, no niver.



Denguinho com a mamãe antes de dormir.

Denguinho no "Copa"

Denguinho com a mamãe na hora do soninho.

De olho no lindão do Pedro!

domingo, 24 de julho de 2011

Quero fazer do HOJE um AMANHÃ melhor...


Sabe quando as coisas parecem ter chegado ao máximo? Quando você está no topo, só anda pAra frente e de repente vem alguém, algum desconhecido distraído, e te dá uma rasteira? Pois é a sensação que tenho neste exato momento... Levei uma rasteira - da vida - e estou toda ralada!

Ainda bem que não feriu! Tenho o costume de dizer que sou dura na queda. E sou mesmo...

Quando Izabel parecia ter chegado no ápice, no auge do seu desenvolvimento, veio uma força superior e a freou. Essa freada pode significar mais uma liçãozinha ou apenas uma NOVA etapa desta vida tão imprevisível que levamos.

Desde janeiro deste ano minha pequena começou a ter uma série de intercorrências. Sinusite, rinite, otite, viroses, estomatite, tudo o que se pode imaginar.

Ao mesmo tempo, as crises convulsivas iniciadas em junho do ano passado continuaram a acontecer e se tornaram cada vez mais constantes. Novos medicamentos coadjuvantes tiveram que entrar em cena para ajudar a controlar sua "eletricidade cerebral". [Ok. Eu invento nomes e tomo conclusões precipitadas. Sou mãe...].

Desde então, Izabel vem se mostrando cada vez mais sonolenta e desmotivada. Seu semblante mudou. Sua energia e garra para continuar a vencer as barreiras que a vida lhe impôs se tornaram secundárias. Algumas possibilidades me vieram a tona: - estaria Izabel convulsionando quase o tempo todo? - será que todos esses medicamentos (trileptal + depakote) estavam agindo de forma tóxica no cérebro da minha pequena? Ainda não tenho essas respostas.

A única coisa que posso dizer é que houve um regresso. Essas intercorrências acabaram levando minha pequena Izabel a um mundo ainda mais desconhecido para nós. Dificultando diagnósticos, confundindo pediatras e neurologistas. Deixando o coração de uma mãe (certas vezes) partido.

Minha amada completou 3 anos de vida na última sexta-feira, dia 22 de julho. Estamos internadas há 1 semana por conta de uma pneumonia - muito possivelmente - decorrente de uma desidratação/desnutrição. Nessa semana que se passou, novas coisas aconteceram. Uma febre incessante, que mesmo com uso de antibiótico na veia não vai embora; um inchaço, principalmente no rosto, que pode ser decorrente de N situações (soro direto na veia, remédios em excesso, falta de albumina ... )



Dúvidas, questões e até certas paranoias permeiam minha cabeça. É inevitável! Mas uma coisa é certa nessa vida, devemos aproveitar cada dia como se fosse o último e agradecer com veemência sempre que as coisas vão bem, pois muitas vezes nós só percebemos isso diante de momentos críticos, como o que estou passando agora...

CARPE DIEM!